André Barroso participa a três anos do Dia C de Cooperar, promovendo cooperação e empatia a todos com oficina de desenho para as crianças. O Dia C, é um dia onde todos cooperam ajudando o próximo, entre médicos, artistas, advogados, e demais categorias que se juntam a esse dia de ajuda ao próximo. Este ano o formato foi online. Podem acompanhar a aula como foi pelo youtube:
quinta-feira, 9 de julho de 2020
quinta-feira, 2 de julho de 2020
Educação na ponta da navalha
A gente se lamenta de como chegamos nessa situação de que se
encontra a educação neste país. Dá para entender, que nunca se importaram como
esse ministério, apenas para a verba que ela recebe. Por isso o interesse pela
pasta. Apenas isso. O sucateamento é proposital. Se temos seres pensantes, não
votariam no governo que entrou, mas como temos problemas crônicos nesse
quesito, acabamos contraindo mais esse vírus. Tentam criminalizar as
universidades, sucateando mais e mais. Apesar disso, são as melhores da América
latina. A educação pública, já foi considerada uma educação de ponta e hoje
estamos à mercê das escolas particulares. Já tivemos uma curva de retomada, mas
novamente temos o declínio com gestão liberal.
Começamos mal. A educação começou em 1549, focada
exclusivamente na catequização. Só aí, percebemos o quanto temos uma dívida
desde a formação do nosso país. Logo depois, na era colonial, temos uma
metodologia, que servia apenas aos mais abastados. As regras familiares, vinda dos
portugueses, era que o primogênito seria herdeiro das propriedades da família;
o segundo filho estudaria na Europa e o terceiro seria padre. Lembrando que a
educação era direcionada aos homens. As mulheres não tinham acesso aos
colégios. Somente com a chegada da família real em 1808 é que temos os
primeiros ensaios de uma educação pública. Continuava sem investimentos reais e
os mais ricos continuavam seus estudos na Europa. Somente em 1827, as meninas
podiam frequentar as aulas, graças ao artigo nº1 da lei de educação: Em todas
as cidades, vilas e lugares mais populosos, haverão as escolas de primeiras
letras que forem necessárias. A tentativa de mudar essa realidade, só foi
acontecer a partir da década de 1920, onde se preocupou em democratizar a
educação de qualidade para todos. Os modelos foram melhorando, verbas
aumentando, até chegarmos ao regime militar. Aí, temos uma descendência até os
dias de hoje. Queremos voltar a tradição jesuítica novamente, para um melhor
controle da população.
Nesse sentido, chegamos ao golpe contra Dilma. Mendonça
Filho, foi o ministro na época. Herdeiro de agroindústrias. A posição
ideológica de calar o pensamento começou a ser instaurado começando justamente
em atingir a liberdade de expressão, mas de maneira sutil. Acabando pelas
beiradas. Incitando aos poucos que o melhor é o ensino privado. Mas ao menos
havia o diálogo, debates e funcionamento da instituição, no que diz respeito
aos calendários e orçamentos da pasta.
Com a extrema-direita entrando poder, na gestão Bolsonaro,
temos a evolução da deterioração da pasta em ritmo galopante. Em um ano e
pouco, vimos três Ministros assumirem a pasta da educação. O que vimos como
apresentação de currículo foi um festival de mestrados e doutorados imaginários
e plágios.
Ricardo Vélez Rodriguez, o primeiro ministro, errou 22 vezes
em seu currículo e esqueceu de acrescentar coautores de seus textos, como no
livro “Formação e Perspectivas da Social-democracia”. No ministério, os poucos
meses em que ficou, não fez nada em relação a educação, mas nomeou figuras
nazistas, incoerentes para o cargo, tentando aparelhar ideologicamente, além de
suas falas incomodarem toda sociedade acadêmica.
Abraham Weintraub, seu substituto, mostrou que o que era
ruim, pode piorar. Além de inconsistências em seu currículo, falhas em
instituições, praticava o autoplágio em artigos publicados, prática abominada
na comunidade cientifica. Com mais tempo no cargo, também se preocupou apenas
em agir para financiar ataques ideológicos em qualquer meio, deixando o que
interessava, a educação, de lado. Agora, é foragido do Brasil, sendo um dos
piores ministros da história desse país.
Carlos Alberto Decotelli, entra como terceiro ministro.
Entrou com um anuncio que apaziguou no primeiro momento, falando em ouvir e
conversar e ser apenas técnico. Podia ser um alívio, mas já surgiram os
primeiros problemas mesmo antes de assumir.
Estava no meio do imbróglio o FNDE com problemas graves na licitação e
compra de laptops. Quanto ao seu currículo: Indícios de plágio no mestrado, a
Universidade Argentina nega que ele tenha concluído doutorado e a Universidade
alemã onde diz ter feito pós-doutorado afirma que ele não recebeu título algum.
Ou seja, provavelmente, entramos em outra canoa furada.
Não dá mais para lamentar essa pouca vergonha, essa ronha,
esse carnaval de argumentações. Queremos de imediato que os prazos não se
percam, que o ENEM seja justo para todos e que a educação seja prioridade para
nosso futuro, com salários justos aos professores e ensino gratuito de
qualidade. Nada menos importa!
quinta-feira, 25 de junho de 2020
Queiroz: Problema ou solução?
O que aprendemos com o filme John Wick – De volta ao jogo,
dirigido por Chad Stahelski e David Leitch, na cena em que Viggo Tarasov, chefe
do sindicato do crime russo em Nova York, está falando com o protagonista
amarrado em uma cadeira, logo após ele incendiar a igreja onde havia muito
dinheiro sujo e outras coisas. Viggo fala que não se importava de ter perdido
milhões de dólares, mas se importava com provas para extorsão. Isso sim, era
valioso. Hoje, grandes bandidos guardam além de cédulas, ouro, investimentos e
bens duráveis, e provas materiais para um futuro. Por que isso é importante?
Queiroz era esse arquivo vivo, importante capital político dos Bolsonaros,
assim como para aqueles que precisavam controlar o clã. O presidente, de
extrema-direita, estava dando provas de que estava caminhando para uma ditadura
muito clara e precisava ser controlado. Ninguém concordava com seus tinos e
desatinos em todo país, mas mesmo afundando em lodo nacionalmente e
internacionalmente, as reformas que tanto os grandes empresários queriam,
estava funcionando. A solução era passar o maior tempo possível com ele no
poder, mas controlar seus ímpetos insanos. Tirá-lo para elite, um tempo atrás,
significava novas eleições. Agora, o tempo passou e pode ter impeachment para
fica com o vice. Impugnar a chapa agora, pode levar a eleições indiretas. Um
xadrez a ser pensado.
Mas convenhamos, estamos no limite. Essa moeda chamada
Queiroz, escondido pelo clã Bolsonaro, que está envolvido em um relatório do
Conselho de Controle de Atividades Financeiras citado por movimentações
atípicas, alegando haver indícios de lavagem de dinheiro e da operação de uma
organização criminosa em gabinete do filho número 1, que no total de 95 pessoas
tiveram suas contas reviradas, sendo que nove delas atuaram com funcionários do
atual presidente. Além de envolvimento com outros crimes ligados a família,
Queiroz deve saber de uma infinidade de outras questões, fora aquelas abordadas
em inquéritos.
Agora, Queiroz não estava escondido. Quem se esconde da
polícia, o faz em porões como na época do nazismo, corre para as montanhas, mas
some realmente do radar. Uma pessoa, que fica dando churrasco, comemorações
barulhentas, indo a médico, mercado...quantas pessoas não viram que ele estava
lá e devem ter denunciado? Capital político. Como uma polícia federal não
consegue achar alguém com essas movimentações? Ficar na casa do advogado da
família Bolsonaro, que já foi implicado em um caso de sacrifício humano, por um
ano é escandaloso. Lembro de uma frase da Rainha-mãe da Inglaterra que falava:
“Ou você escolhe a vida ou você escolhe a discrição, que é muito mais segura”. Quem diria que o governo do ficaria dependendo
da fala de um preso comum fechado numa penitenciária de Bangu? Na verdade, o presidente
ficou refém, não só do Queiroz, mas também do advogado que deu a guarida e do
centrão que está fazendo sua negociação.
A semana começa para Bolsonaro sem o advogado Wassef, agora investigado,
com Weintraub escondido nos EUA, Queiroz preso, a mulher de Queiroz foragida e
Flávio intimado para depor no MPF, 50 mil mortos por Covid-19, celular do
Bebianno no Brasil e uma instabilidade sem fim. Algo precisa ser feito, para o
buraco não ficar cada vez mais profundo. Com certeza, este governo se tornou o
pior de todos os tempos. Estava outro
dia procurando por presidentes a partir da república. Pensei em Rodrigues
Alves, que apesar de ter criado o Butantã, era chamado de soneca pela sociedade
e morreu de gripe espanhola. Mas Floriano Peixoto, foi o segundo pior. Temos,
em relação à economia, os piores índices ele, Collor e Temer. Dois ajustes
neoliberais e uma guerra civil. O pior com certeza, sem terminar o mandato é
Bolsonaro. A pregunta Queiroz: Problema
ou solução? Tem que ser adicionada aos atores dessa charada. Para Bolsonaro é
Problema ou solução? Para o Brasil é Problema ou solução?
Nota de pé-de-página: Muito bonita a
manifestação na semana passada capitaneada pela revista Pirralha, em apoio a
perseguição de Bolsonaro ao cartunista Aroeira. A manifestação, reproduziu a
charge que é alvo de processo do governo por cada artista desse país, em seu
estilo. Tomou uma proporção gigantesca e foi mostrada até pelo New York Times.
Parabéns a classe e mostra que Censura nunca mais, não é uma frase de efeito e
sim uma bandeira constante em um país assolado por milícias.
quinta-feira, 18 de junho de 2020
Basta na violência!
Ataque com fogos ao STF. Enfretamento aos médicos.
Acampamento com armas. Gritos anticonstitucionais. Parecia a banalização da violência. As únicas
respostas, eram notas de desagravo. A que ponto chegamos? Pessoas que se
comprometem, para salvar o governo, acabam fazendo um conluio com grupos de
ódio e neofascistas. Veja o caso do centrão, da qual o presidente disse antes
da campanha que jamais faria conchavo, agora derrama bilhões, cargos e o que
precisar para se salvar, sem problemas com a opinião pública, afinal: “E daí? ”
E este clima de “E daí? ”, deixa o presidente com cada vez
mais força em ter suas atitudes pró-fascismo, no momento em que olhava para
cada ação de colaboradores e adoradores como robôs em ações violentas. Afinal,
ele quer, como disse na fatídica reunião, armar com urgência o povo para
insurgir quando quiser, aos governantes contrários aos ideais fascistas. As
respostas estão demorando a chegar. Sara Winter cometeu crimes contra a
democracia. Muitos. A todo momento, vivia proferindo discurso de ódio,
incitando a violência e promovendo atos à la KKK. Dizia que nunca iriam pegar
ela, não iam calar sua voz. Pois bem, finalmente está presa.
Sara Winter, nome fantasia da Bolsonarista, foi emprestado
de uma uma socialite da década de 1920, apoiadora do nazismo e membro
da União Britanica de Fascistas. Ou seja, quem a apoia e é apoiado por ela, com
certeza está de conluio com o que há de mais podre na sociedade. O que dizer do
ataque ao STJ com fogos de artifício? Nos Estados Unidos isso não aconteceria e
se acontecesse, seria terrorismo, pois atacar ou conseguir atacar um dos três
poderes é um crime muito grave. Uma afronta a democracia. Ainda teve deboche.
Mas como conseguiram chegar perto do Supremo, ter tempo de montar o espetáculo
e ainda filmar o ataque? Conluio. Tinha um carro da PM a 30 metros de distância.
Um dos responsáveis pelo ataque, Renan Sena, foi indiciado.
Renan Sena, que era comissionado no ministério dos Direitos
Humanos da Damares Alves, que também agrediu as enfermeiras e era integrante da
milícia Bolsonarista dos 300, agia como miliciano sem freio. A pretexto de
criticar o STF, ameaçaram o STJ, além de seus ministros. Estamos vendo essa
banalização se tornar constante, mostrando um lado perverso do ser humano
aflorando em quem apoia o governo. Assim como o desrespeito a manifestação
pacífica sobre os mortos pelo COVID na praia de Copacabana. A ONG Rio de Paz,
fazia um protesto na praia de Copacabana, simbolizando as pessoas mortas por
Covid no Brasil. Um senhor de idade, que não concordava com a manifestação,
derrubou as cruzes. Coube a um pai, que perdeu o filho pela doença, recolocar
tudo no lugar.
O tiozão fascista, que se orgulhou de ter feito o que fez,
demonstrou em suas redes sociais com pompa aos apoiadores do governo, foi
identificado. Apesar de estar sem máscara, de desrespeitar o ato da ONG (que
diga-se de passagem, nunca tinha testemunhado, em anos de ativismo, um ato
deste porte), não foi parado pelos integrantes por orientação da cúpula, por se
tratar de um ato pacífico, mas a PM não intercedeu. Foi preciso um pai, com
máscara, indignado fazer o bem. O que leva uma pessoa a destruir um ato a favor
da vida? O que leva a alguém a se sentir acima dos outros, por amor ao
presidente, a ter tanto ódio na dor dos outros? Mas para cada ato desumano,
violento ou antidemocrático, estamos vendo cada vez mais, a voz contrária se
levantando, mesmo tardiamente, contra a barbárie, contra a milícia e o
desgoverno. O ato pró governo que hoje, já está cada vez menores e sem a
colaboração do governo (onde o governo fechou os acessos ao planalto), teve o
contraponto da marcha pela democracia, que cada vez fica maior.
Espero que tenhamos dias menos raivosos, mesmo sabendo que
as mudanças climáticas estão forçando milhares de espécies animais a fugirem de
seus habitats em direção aos polos do planeta, minha esperança ainda é que seja
apenas por causa de eventos radicais da natureza e não por eventos radicais de
grupos bolsonaristas. "O totalitarismo, se não for combatido, poderá
triunfar em qualquer lugar." (George Orwell)
#SomosTodosAroeira
O cartunista Aroeira foi alvo do Presidente da República por causa de uma charge. O coletivo Pirralha, resolveu apoiar o desenhista, montando uma manifestação virtual com todos os cartunistas reproduzindo a mesma charge original em seus traços. A manifestação ganhou até espaço em jornais internacionais como o New York Times. A associação internacional Cartooning for Peace, que defende a liberdade de expressão de cartunistas do mundo inteiro, denunciou hoje as "intimidações" que atingem cinco profissionais brasileiros: Renato Aroeira, Laerte, Montanaro, Alberto Benett e Claudio Mor. A entidade também se uniu a uma petição de apoio a Aroeira, contra quem o ministro da Justiça do Brasil, André Luiz Mendonça, ameaçou instaurar inquérito depois da publicação de uma charge do cartunista.
quinta-feira, 4 de junho de 2020
Leite derramado
Tá tudo errado. Só pode ter havido engano no roteiro. Como
podemos ter neofascistas ostentando com orgulho que são racistas e pregam a
violência contra as instituições? Sabemos que nosso país concentrou os maiores
admiradores do nazismo, fora da Alemanha, mas a população foi mais grandiosa,
levando essa adoração, para o fundo do poço. Agora, temos um presidente que
flerta constantemente com o fascismo, dando demonstrações de suas preferencias,
como homenagear os maiores torturadores, adorar o golpe militar de 64 e dar
manifestações simbólicas dessa adoração. A última demonstração, de tomar leite
em sua live, foi a gota d’água, quero dizer, a gota do leite!
“Não entendo? Ele apenas estava tomando um copinho de
leite”. Um copinho de leite nazifascista para chamar de seu. Se Hitler visse isso,
mandava para Auschwitz. O presidente se utiliza de sua única capacidade. Se não
pode usar argumentos, pensamentos ou cognição, se utiliza do que sempre fez na
sua vida: Estratégia. Todo simbolismo é para afirmar que é neofascista, sem
precisar dizer abertamente, pois já testou de diversas formas, desde a eleição,
até agora. Até andar a cavalo, remetendo a Mussolini e seus ídolos do regime
militar. Podemos lembrar desse ato simbólico nazista, quando em "Bastardos
Inglórios" de Tarantino, o oficial nazista Landa bebe
leite antes de ordenar o massacre da família de judeus escondida sob o
piso da casa do camponês francês. No filme de Stanley Kubrick, "Laranja
Mecânica", Alex bebe um copo de leite com os "drugues" no Kolova
Milkbar. Nunca fiz amigos bebendo leite.
Logo depois, em mensagem aos ministros do STF, Celso de
Mello alerta sobre as ameaças golpistas de Bolsonaro. Bolsonaro quer o confronto.
Deseja o confronto. Seria a maneira mais escamoteada de poder decretar um
estado de emergência, justificando um golpe ou estado de exceção. Neste final
de semana, os ânimos ficaram exaltados, por conta da ineficiência do Estado em
responder a altura sobre os mais vaiados crimes de Bolsonaro. Vários grupos
foram as ruas para clamar por democracia, dispostos a ir à luta. O Ovo da
serpente já eclodiu. Será que estamos vendo o nascimento de um protonazismo,
como a república estabelecida na Alemanha após a Primeira Guerra Mundial que
durou até ao início do regime nazista em 1933?
O fascismo deve ser combatido. No liberalismo, temos até
como ter discussão. No fascismo, não. O presidente despreza a liberdade e
odeiam a democracia. Já está querendo enquadrar a luta antifascista como
terrorista. Permite que um grupo encenasse uma marcha com todo simbolismo da
KKK americana, protege seus apoiadores nas ruas, ri quando um deputado de
extrema-direita diga que vai arrancar bandeiras pró-democracia e queimar e manda
a polícia armada contra manifestantes sem armas. Antifascismo virou terrorismo
e neonazismo virou liberdade de expressão.
Do outro lado, temos um grande levante antirracista, como
não se via a tempos. A indignação, levou ao ódio nas ruas, colocando Trump no
meio do furacão, com as mesmas atitudes bolsonaristas. A história racial nos
EUA é muito violenta e segregacionista. Desde meados do século passado, a
questão racial nos Estados Unidos, era constantemente veiculada pela nossa
imprensa nacional, tecendo uma representação social composta de discriminação,
violência, miséria, criminalidade. Em 1930, Garcia de Rezende escrevia no
jornal Diário da Manhã: “A luta contra os negros é um dos mais dramáticos
aspectos da vida norte-americana. Tio Sam quer que o seu país seja o líder da
raça branca. Por isso os dez milhões de negros existentes nos Estados Unidos
carecem de ser destroçados” (Rezende, 1930, p.1). Essa realidade, culminou nos
EUA com grandes levantes antirraciais, como em 1968 depois da morte de Matin Luther
King, A várias mortes por parte de policiais brancos que culminou e uma semana
de protestos violentos em 2015 e agora o levante que os EUA experimentam, com o
assassinato de George Floyd, um levante violento jamais experimentado, criando
o movimento Black Lives Matter.
Neonazistas e democracia. De que lado você está?
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