quinta-feira, 13 de setembro de 2012
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
Exposiação Passarinho na gaiola não canta, lamenta
A exposição intinerante, do qual faço parte, agora está em São Paulo e tem esse cartaz maravilhoso do mestre Laerte. Mais informaçõesno site.
Moonwalker
"A razão da eterna evolução do universo é que
todas as coisas se movimentam em perfeita ordem." Penso que a frase de
M. Okada, não corresponde a conquista do espaço. Com a morte de Neil
Armstrong, mais um capítulo da conquista do espaço se vai. É melhor
pensar que a matéria no universo tem mais a ver com a política envolvida
na corrida espacial, do que qualquer outra coisa. Tudo foi impulsionado
pela guerra fria. A Guerra Fria teve início logo após a Segunda Guerra
Mundial, c
om os Estados Unidos e a União
Soviética disputando a hegemonia política, econômica e militar no mundo.
Já se foi Gagarin, primeiro homem a orbitar a terra. Tudo ficou para
trás, depois da queda dos países socialistas. Tudo parou. A competição
pela hegemonia era tão forte, que existe uma teoria de que o homem não
pisou na lua no dia 16 de julho de 1969, às 13 horas e 32 minutos. Tudo
baseado no material apresentado, como 4 direções diferentes de sombras
nas fotos (indicaria uso de uma iluminação artificial), foto do tamanho
real da Terra vista da Lua (teria sido manipulada em laboratório) e a
foto da bandeira dos Estados Unidos tremulando na Lua, num local onde
não há atmosfera. Muito do que foi utilizado nas missões espaciais, hoje
são realidades no dia-a-dia, e talvez tenha sido um dos melhores
legados para a humanidade, em termos sociais, pois, os benefícios
práticos derivados de décadas de pesquisa tecnológica aeronáutica,
investigações científicas na Terra e no espaço e voos espaciais
bem-sucedidos tiveram imensa repercussão no mundo moderno. Podemos ver
uma lista imensa, entre elas: Painéis para captação de energia solar,
Trajes de natação para competição, Pistas de decolagem, GPS, Material
digital, Flanelas e até água....e sem falar que falamos por meio de
celulares, desenvolvidos com tecnologia da corrida espacial. Hoje,
estamos olhando novamente para o futuro, com a idéia da conquista de
marte. Sinceramente com o cancelamento de fundos para NASA por parte do
Governo Americano, duvido que seja possivel uma missão em 2030. Teriamos
que desenvolver uma maneira de viagens bem mais rápidas que o que temos
de momento. A Nanotecnologia será muito importante nesse aspecto na
minha opinião. Mas, tenho ouvido falar, que existem empresários já
interessados na empreitada. Da corrida espacial para a corrida
financeira. O capitalismo financeiro está cada vez mais interessados nas
conquistas humanas, para depois dividir no cartão em 5 vezes com juros.
Ir para o espaço agora, só através de agencias de turismo. O
capitalismo "romantico" se foi, assim como essas figuras iconicas. Já se
foi o Michael Jackson e agora Neil Armstrong. Estamos ficando sem
Moonwalkers.
quinta-feira, 30 de agosto de 2012
A palavra é Coentro
Coentro. Coentro é uma palavra muito bonita.
Coentro. Não consigo associar a imagem Coentro ao Coentro, planta
glabra. Não precisa descrever nada, apenas sentir o som da palavra
Coentro. Quando ouço a palavra Coentro, lembro de beauté, красота. A
planta veio do sul da Europa, mas procurando palavras similares:
coriandre, coriandolo, кориандър ou համեմ, nenhuma consegue a marca em
português. Coent
ro podia ser uma
exclamação de assim seja ou nada a ver. Por exemplo: O ministro-revisor
do julgamento do mensalão no Supremo Tribunal Federal, Ricardo
Lewandowski, absolveu o deputado federal e candidato à Prefeitura de
Osasco (SP) João Paulo Cunha (PT). Nesse momento Ayres Britto, se
levantaria e diria: COENTRO! Jamais saberemos qual conotação ele daria
nesse momnto, mas seria um momento glorioso! Nada seria mais
interessante nos votos enfadonhos dos relatores no julgamanto do
mensalão. Minto. Gostaria de ver os relatores se atracando no chão, de
toga e tudo, como em um duelo de MMA. Isso sim, bate o Coentro.
quinta-feira, 9 de agosto de 2012
Basquete do Brasil
Foi uma tensão ver o jogo Brasil X Rússia de basquete masculino nas
olimpíadas, assim como ouvir os gritos desesperados dos vizinhos,
compartilhando a mesma emoção. Jogando bem melhor do que nas partidas
anteriores, mas pagando o preço de ter feito uma primeira etapa
irregular, a Seleção Brasileira de Basquete perdeu para a forte Rússia
por 75 a 74. Mas perdeu como gostaria de ver o Flamengo perdendo...com
raça! Aguerrido! Isso porque a Rússia venceu com uma fantástica cesta
de
três faltando apenas 4 segundos para o final da partida. Nos
adversários, No segundo quarto, Kirilenko jogou um partidaço, fez 9
pontos em dois minutos e desestabilizou a equipe brasileira. Tenho que
falar que Leandrinho e Marcelinho Huertas desestabilizaram o jogo, com
cestas de 3 pontos e agilidade no jogo. Esse jogo poderia ter tido a
música Carruagens de fogo de Vangelis. Lembro quando vi o filme
britanico que falava da preparação da equipe olímpica de atletismo da
Grã-Bretanha para os Jogos Olímpicos de 1924, em Paris. Tem tudo a ver
com olimpíadas em Londres e como a música foi abraçada por todos aqueles
que mostram superação no esporte. Cai como uma luva. O diretor Hugh
Hudson inicialmente queria que a canção "L'Enfant", de Vangelis, fosse a
música-tema de Carruagens de Fogo. A cena da corrida na praia foi
rodada ao som de "L'Enfant". Foi o próprio Vangelis quem o convenceu de
que poderia compor uma nova e melhor música-tema para o filme.
Poderíamos criar o padrão carruagens de fogo para aquelas partidas
extraordinárias...fica aqui minha colaboração para os jogos de 2016 no
Rio de Janeiro.
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